Quanto custa uma consultoria financeira para pequenas e médias empresas
Esta página é sobre consultoria financeira empresarial, para donos e sócios de pequenas e médias empresas (PMEs). Não é sobre finanças pessoais. É a pergunta que quase ninguém responde no site, e por isso o empresário perde semanas em reunião só para descobrir a faixa. Mas antes dela existe uma pergunta melhor: quanto está custando não fazer? Três contas que você estima sozinho, hoje, antes de falar com qualquer consultor.
Montamos isso na sua empresa. Diagnóstico de 15 min.
Como saber se compensa
Consultoria só faz sentido quando o problema custa mais caro que a solução. Estas três contas saem do que a sua empresa já tem, e respondem isso antes de qualquer proposta:
Se as três contas somadas não chegarem perto do investimento, provavelmente a empresa ainda não precisa de consultoria. É uma resposta legítima, e é melhor descobrir isso na primeira conversa.
Não existe preço de tabela, e o motivo é legítimo
Consultoria financeira não é produto de prateleira. Uma empresa com um produto, venda à vista e cinco funcionários exige um trabalho; outra com três linhas, venda parcelada, estoque e filial exige outro completamente diferente. O mesmo diagnóstico pode levar três dias ou três semanas.
O que dá para dizer com honestidade é o que faz o preço subir ou descer, para você chegar na conversa sabendo em que faixa a sua empresa cai.
O que puxa o preço para cima
- Número de produtos ou linhas. Cada uma precisa de custeio e margem próprios.
- Venda a prazo e estoque. Exigem calcular ciclo financeiro e necessidade de capital de giro.
- Estado da informação. Contabilidade desorganizada ou lançamento atrasado consome dias de arrumação antes de qualquer análise começar.
- Mais de um CNPJ ou filial. Consolidação multiplica o trabalho.
- Urgência. Empresa em aperto de caixa precisa de resposta em dias, não em semanas.
Os três modelos de cobrança, e quando cada um serve
Escopo fechado por projeto
Valor definido antes de começar, com entregas e prazo acordados. É o modelo mais seguro para quem contrata: você sabe quanto vai gastar antes de assinar, e o risco de o trabalho se alongar é de quem executa.
Serve para: diagnóstico, implantação de controladoria, revisão de precificação.
Diária ou hora técnica
Cobrança pelo tempo aplicado. Faz sentido quando o escopo é genuinamente imprevisível, como em uma auditoria exploratória. O risco fica com quem contrata: se o trabalho se alonga, a conta cresce junto.
Cuidado: exija estimativa de dias por escrito antes de começar.
Acompanhamento mensal (retainer)
Valor fixo por mês para manter a rotina funcionando: forecast revisado, fluxo de caixa projetado atualizado, reunião de acompanhamento. Vem depois da implantação, e é o que impede a estrutura de morrer no terceiro mês.
Serve para: empresa que já implantou e quer manter o controle sem carregar um gerente financeiro ou controller na folha.
Como funciona aqui
Trabalhamos por escopo fechado: o valor é definido e informado antes de o trabalho começar, e não muda depois. Sem cobrança por hora, sem surpresa no meio do caminho e sem pacote obrigatório.
O primeiro passo é uma conversa de 15 minutos, sem custo
Serve para entender a operação e apontar onde está o problema principal. Ao final dela você recebe o escopo e o valor para o seu caso, por escrito. Sem compromisso e sem apresentação comercial. Se não houver trabalho a fazer, você ouve isso.
O valor não é publicado nesta página porque número sem o escopo ao lado engana: o mesmo preço é caro para uma empresa e barato para outra, e depende do que a sua operação exige. Ele é informado na primeira conversa, antes de qualquer compromisso.
Quer o valor para o seu caso?
Em 15 minutos, sem custo, entendo a operação e informo o escopo e o valor para a sua empresa. Sem proposta de trinta páginas e sem insistência depois.
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